Médica e técnica de enfermagem tiveram pedidos de prisão preventiva negados pela Justiça mas foram afastadas das funções por um ano
Pela segunda vez a Justiça indeferiu o pedido da autoridade policial e não decretou a prisão preventiva da médica Juliana Brasil Santos, investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos de idade, durante atendimento no Hospital Santa Júlia, localizado no centro de Manaus, Zona Sul.
O pedido de prisão da técnica de enfermagem Raiza Bentes Paiva, 23, que aplicou adrenalina por via intravenosa do paciente, também foi indeferido e ela também vai continuar respondendo em liberdade ao inquérito policial instaurado no 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP).
Os pedidos de prisão preventiva da médica Juliana Brasil e de Raiza Bentes, foram negados pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Fábio Olintho de Souza, que no entanto, a suspensão cautelar do exercício profissional da médica e da técnica de enfermagem por um ano.
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No despacho judicial, o juiz também determinou que a decisão de afastamento da médica e da técnica de enfermagem de suas funções, também fossem oficiados ainda nesta terça-feira, ao Conselho Regional de Medicina (CRM-AM) e ao Conselho Regional de Enfermagem (Coren-AM).
O delegado titular do 24º DIP, Marcelo Martins, que solicitou as prisões preventivas e que foram indeferidas pela Justiça, disse que segue investigando o caso, e que nesta terça-feira, 16 e na quinta-feira, 18, outros funcionários do Hospital Santa Júlia, estarão prestando depoimentos.
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Médica Juliana Brasil escapa pela segunda vez de ter a
prisão preventiva decretada (Fotos: Divulgação)
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O caso ainda repercute nacionalmente e os pais do menino, Bruno Melo de Freitas e Joyce Xavier de Carvalho, respectivamente, continuam clamando por justiça para o filho, que antes de falecer, após ser aplicada a adrenalina em sua veia, ainda foi entubado pela equipe médica de plantão.