Rodrigo Dunshee, ex-vice-presidente geral do Flamengo
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou um pedido de habeas corpus apresentado por Rodrigo Dunshee, que tentava trancar a ação penal relacionada ao perfil falso “Roberto Dodien”.
O ex-dirigente do Flamengo se tornou réu por calúnia, injúria e difamação em setembro do ano passado, após a Justiça aceitar uma queixa-crime movida pelo deputado Eduardo Bandeira de Mello, alvo de publicações consideradas ofensivas feitas no perfil investigado na rede social X.
Recentemente, três desembargadores rejeitaram o pedido de Dunshee, o que significa que o processo seguirá normalmente. A audiência de instrução e julgamento, que já havia sido adiada anteriormente, foi remarcada para o dia 18 de maio.
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Essa etapa prevê a coleta de depoimentos das partes envolvidas e de testemunhas, sendo fundamental para a formação do convencimento do juiz antes da sentença.
As investigações reuniram indícios como publicações semelhantes feitas tanto no perfil “Roberto Dodien” quanto em contas associadas a Dunshee, além de registros de acesso vinculados a locais frequentados pelo ex-dirigente. A suspeita ganhou força após um conteúdo publicado por ele ter sido apagado e, em seguida, aparecer no perfil falso.
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Rodrigo Dunshee nega as acusações.