A coluna descobriu, com exclusividade, que a Justiça bateu mais um martelo em uma das ações movidas pela família de Fuinha contra a famosa
A influenciadora Maíra Cardi conseguiu uma vitória na Justiça em mais uma das ações movidas pela família do youtuber Robson Calabianqui, conhecido nas redes sociais como Fuinha. Desta vez, a decisão foi favorável à empresária em um processo apresentado por Lilian Calabianqui, mãe do criador de conteúdo.
O caso teve origem após Maíra compartilhar nas redes sociais um vídeo antigo em que Fuinha, o irmão Alexandre e a mãe participavam do chamado “desafio da rasteira”, brincadeira viral que ganhou repercussão na internet. Na publicação, a influenciadora fez críticas ao conteúdo e sugeriu que a mulher teria morrido em decorrência da brincadeira, o que não era verdade.
Na sentença, o juiz da 1ª Vara do Juizado Especial Cível de Santo Amaro, em São Paulo, entendeu que Maíra se equivocou ao afirmar que Lilian havia falecido, mas concluiu que ela não teve intenção de difamar ou cometer calúnia contra a autora da ação. Segundo a decisão, a influenciadora utilizou o vídeo para alertar os seguidores sobre os riscos da prática, sem intenção deliberada de causar danos morais.
Veja também

Virginia brinca sobre casamento com Vini Jr. e mostra acessório curioso do jogador
O magistrado também destacou que não houve provas de que Maíra soubesse que a informação era falsa ou que tivesse agido de forma dolosa. Por isso, a Justiça rejeitou o pedido de indenização feito por Lilian Calabianqui.
Apesar dessa vitória judicial, Maíra já havia sido condenada em outro processo relacionado ao mesmo caso. Em março deste ano, Alexandre Calabianqui, irmão de Fuinha, venceu uma ação contra a influenciadora e recebeu indenização de R$ 5 mil por danos morais. A Justiça entendeu que a publicação associou indevidamente os irmãos a um suposto homicídio da própria mãe.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Já a ação movida diretamente por Fuinha acabou encerrada após perda de prazo processual. O episódio gerou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu discussões sobre os limites da liberdade de expressão e da responsabilidade de influenciadores digitais na divulgação de informações.