Fazenda defende que taxa de 12% fique válida por mais 60 dias
A Justiça Federal do Distrito Federal determinou a suspensão do imposto de exportação sobre o petróleo, medida que pode afetar diretamente a arrecadação do governo. Desde a criação da cobrança, o tributo já havia gerado cerca de R$ 7,9 bilhões aos cofres públicos.
A decisão foi tomada após uma ação questionar a legalidade da cobrança. O imposto havia sido criado pelo governo como uma medida temporária, com o objetivo de aumentar a arrecadação e estimular empresas do setor a direcionarem uma parcela maior da produção para o mercado interno.
Com a suspensão, as empresas exportadoras de petróleo deixam de recolher o tributo enquanto a decisão estiver em vigor. A medida pode provocar impacto nas receitas federais e também gerar novos debates entre o governo e o setor de petróleo.
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A cobrança vinha sendo aplicada sobre as exportações de petróleo e alcançava grandes empresas produtoras. O governo defendia a medida como uma forma de reforçar as receitas públicas, enquanto representantes do setor argumentavam que o imposto poderia prejudicar investimentos e a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional.
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A decisão ainda pode ser contestada e o caso deverá continuar sendo discutido na Justiça. Enquanto isso, o governo terá de avaliar os efeitos da suspensão sobre as contas públicas, principalmente diante da importância dos R$ 7,9 bilhões já arrecadados com o imposto.