Bolsonaro permitiu que o Supremo tivesse esse superpoderes, afirma Kim Kataguiri
Uma década após o Movimento Brasil Livre (MBL) surgir, alavancado pelas manifestações pró-impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e em defesa do liberalismo econômico, um de seus fundadores afirma que o grupo passou "por uma mudança de visão ideológica".
Hoje deputado federal e prestes a lançar oficialmente um partido próprio com vistas a disputar a Presidência em 2026, Kim Kataguiri (União Brasil) afirma que mudou sua visão sobre as privatizações.
"Aquilo que é público, que funciona bem, não precisa ser privatizado", diz à BBC News Brasil de seu gabinete em Brasília, com bonecos de animes, mangás e outros bibelôs que fazem referência à cultura nipônica espalhados pelas prateleiras.
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O deputado tinha 19 anos quando despontou como um dos principais nomes do MBL. Hoje, cumpre seu segundo mandato na Câmara e aguarda o registro oficial do Missão junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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O plano para 2026, diz, é colocar a legenda na rua com candidato próprio ao Planalto: Renan Santos, também cofundador do MBL.
Fonte: BBC