Grande Prêmio da África está previsto para o início da década de 2030. Lewis Hamilton quer se manter na na Fórmula 1 por mais tempo
O heptacampeão mundial de Fórmula 1 Lewis Hamilton deu sinais de que pretende prolongar sua carreira para realizar um dos maiores sonhos de sua trajetória: disputar um Grande Prêmio no continente africano. O piloto britânico, atualmente na Ferrari, afirmou que o retorno da categoria à África pode motivá-lo a permanecer nas pistas por mais tempo.
A Fórmula 1 planeja voltar ao continente no início da década de 2030, com uma etapa prevista para Ruanda. O anúncio animou Hamilton, que há anos defende a realização de uma corrida na região. A última prova da categoria na África ocorreu em 1993, no circuito de Kyalami, na África do Sul.
Aos 41 anos, o piloto sabe que precisará manter o preparo físico e o desempenho competitivo para continuar na principal categoria do automobilismo mundial até a realização da corrida. Hamilton afirmou que pretende seguir competindo enquanto conseguir apresentar bons resultados e permanecer em condições de disputar provas em alto nível.
Veja também
.jpg)
Estudiantes elimina o Flamengo e iguala São Paulo com seis finais de Libertadores; veja o ranking
Maracanã ganha mosaico gigante com mensagem de apoio ao Flamengo na busca pelo pentacampeonato
O britânico também destacou que a realização de um Grande Prêmio africano vai além de uma simples etapa do calendário. Para ele, o evento representa uma oportunidade de apresentar ao mundo a diversidade cultural, a história e a riqueza do continente. Hamilton afirmou que trabalhou durante anos, com reuniões e conversas com dirigentes e representantes de diferentes países, para defender a iniciativa.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
A escolha de Ruanda, no entanto, também provocou críticas de organizações de direitos humanos, que questionam a situação política do país. Hamilton reconheceu que existem preocupações e afirmou que a realização da corrida não deve servir para ignorar os problemas locais. Mesmo diante das controvérsias, o piloto mantém a expectativa de estar no grid quando a Fórmula 1 voltar à África, caso consiga prolongar sua carreira até lá.