José Antonio Cortes Huerta é apontado como líder de célula do Cartel do Nordeste, grupo classificado como terrorista pelos EUA
Uma operação das forças de segurança do México terminou com a prisão de um homem apontado como chefe de uma célula ligada ao crime organizado no estado de Nuevo León. A ação foi resultado de uma investigação que vinha sendo conduzida há meses e revelou um cenário de forte estrutura criminosa, com armamento pesado, drogas e até animais selvagens mantidos em cativeiro.
Segundo informações das autoridades, o suspeito foi localizado após monitoramento de atividades suspeitas na região. Durante o cumprimento dos mandados, os agentes encontraram um verdadeiro arsenal de armas de fogo, munições, drogas prontas para distribuição e uma quantia significativa em dinheiro.
O que mais chamou atenção dos investigadores foi a presença de sete tigres dentro de uma das propriedades usadas pelo grupo. Os animais estavam em condições de confinamento e, de acordo com a polícia, eram mantidos como parte do estilo de ostentação e intimidação associado ao crime organizado.
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As investigações apontam que a organização criminosa estaria envolvida principalmente em tráfico de drogas, contrabando de combustíveis e lavagem de dinheiro. O grupo também utilizava imóveis rurais e urbanos para armazenar materiais ilegais e esconder operações financeiras.
A prisão é considerada um avanço importante no combate às facções que atuam na região norte do México, uma área marcada pela disputa entre grupos criminosos pelo controle de rotas ilegais. As autoridades seguem investigando outros integrantes da organização e possíveis conexões internacionais.
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O caso também reacende o alerta sobre o uso de animais exóticos por cartéis, prática já registrada em outras operações e que reforça o nível de poder financeiro e estrutura dessas organizações no país.