O principal objetivo do método é reduzir manchas, rugas e marcas de expressão
O procedimento estético Line Skin voltou a ganhar repercussão após ser citado pela influenciadora Maya Massafera, que descreveu a técnica como um método intenso de renovação facial capaz de “destruir a pele” antes da regeneração.
Segundo relatos da própria influenciadora, o tratamento atua de forma agressiva na camada superficial do rosto, provocando uma espécie de lesão controlada com o objetivo de estimular a formação de uma nova pele. A fala chamou atenção nas redes sociais pela forma direta como o procedimento foi descrito.
De acordo com especialistas e informações sobre técnicas semelhantes, o Line Skin é classificado como um peeling profundo voltado ao rejuvenescimento intensivo. O método busca reduzir rugas, manchas, flacidez e melhorar a textura da pele por meio da estimulação de colágeno e da renovação celular.
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A proposta é provocar uma descamação intensa da pele para induzir um processo de regeneração, o que, em tese, resulta em uma aparência mais uniforme e rejuvenescida após a recuperação.
O procedimento é frequentemente comparado a técnicas mais antigas de peeling profundo, como o de fenol, conhecido pelos efeitos agressivos e pelo longo período de recuperação. Apesar disso, o Line Skin é apresentado como uma alternativa com composição diferente e foco em rejuvenescimento não cirúrgico.
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A repercussão em torno do método também reacende discussões sobre procedimentos estéticos de alta intensidade e os limites entre tratamentos dermatológicos e intervenções mais invasivas, especialmente quando popularizados por influenciadores nas redes sociais.