A coluna soube que a briga judicial entre o irmão de Sandy e seu antigo locador ganhou um novo capítulo; saiba mais
A coluna Fábia Oliveira soube que a briga judicial entre Junior Lima e seu antigo locador ganhou um novo capítulo desde que o famoso e seus pais, Xororó e Noely, também envolvidos no caso, pediram o fim da cobrança.
Como a coluna adiantou, o processo foi iniciado por um empresário, que afirmou ter alugado um imóvel para o irmão de Sandy, figurando como fiadores contratuais seus pais. Segundo ele, Junior decidiu rescindir o contrato antecipadamente, sem cumprir o tempo mínimo de permanência acordado, com a justificativa de que o local era inabitável por conta de umidade e bolor persistentes, danosos à saúde.
À Justiça, o trio se defendeu, disse que a multa contratual cobrada por Yoshimoto é indevida e pediu que a cobrança seja paralisada até que suas alegações em recurso sejam apreciadas e julgadas. Para justificar o pedido de suspensão, os três já indicaram um veículo para valer como garantia de pagamento da bolada que pede o proprietário.
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Agora, descobrimos que Décio Yoshimoto, proprietário do antigo lar do irmão de Sandy, impugnou o pedido feito pelo famoso à Justiça para encerrar o processo. A impugnação nada mais é do que a resposta do locador aos argumentos trazidos pela família. No documento juntado em 11 em dezembro, o autor classificou a narrativa de Junior como fantasiosa e divorciada da realidade. Décio afirmou que o laudo técnico contratado pelo famoso demonstra, ironicamente, que não é ele quem está certo.
O documento, segundo o autor, demonstra que não havia fungos de infiltração estrutural ou patogênicos no imóvel. O laudo também teria demonstrado que os fungos existentes tinham origem na má-conservação do imóvel, que caberia a Junior realizar.

Foto: Reprodução
Décio juntou à impugnação outros documentos a fim de reafirmar que os problemas que acometeram o antigo lar do músico eram de conservação, não de engenharia. Com isso, disse ser absurdo afirmar que o contrato de aluguel foi rescindido por sua culpa. O locador juntou fotos de como o imóvel foi deixado após a saída de Junior e sua família. Os cliques, segundo ele, evidenciam o acúmulo de sujeiras, falta de manutenção e limpeza, poeira incrustada e derramamentos de líquidos.
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Yoshimoto expôs que, 11 dias antes de notifica-lo sobre a suposta inabitalidade do imóvel, Junior recebeu dezenas de amigos no local para celebrar seu aniversário. Ele afirmou que a reunião é incompatível com o discurso que afirma a contaminação da residência.
Fonte: Metrópoles