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Luísa Sonza canta Felipe Dylon e RPM em show com covers para plateia pequena e apática
Foto: Reprodução

Ela cantou no horário nobre do palco The One, o segundo maior do evento

Luísa Sonza é uma espécie de arroz de festa dos megafestivais brasileiros. Nos últimos anos, cantou no Rock in Rio, no Lollapalooza, na primeira e agora na segunda edição do The Town, que vai até domingo (14) em São Paulo.

 

A cantora se apresentou sob garoa fina, mas insistente, na noite fria desta sexta-feira (12), no Autódromo de Interlagos. Ela cantou no horário nobre do palco The One, o segundo maior do evento.

 

Como já mostrou o show do álbum "Escândalo Íntimo", de 2023 e seu último, no próprio The Town, fez mudanças no palco e no repertório. Cantou e dançou na frente e em cima de uma plataforma de estrutura amarela, com um visual retrô meio Brigitte Bardot, meio pin-up.

 

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Num dia de públicos pouco numerosos, Sonza também não arrastou muita gente para seu show. Considerando o palco e o horário, nobres para o festival, a plateia ficou aquém do usual -menor que para Lauryn Hill e Iggy Pop, que cantaram no mesmo espaço e hora na semana passada.

 

Foi menor ainda que shows nacionais no palco The One, como o do trapper Matuê há uma semana e até Pedro Sampaio, poucas horas antes. Tampouco era uma turma animada. Com exceção dos fãs concentrados na grade, pouca gente dançou ou cantou junto da cantora.

 

Sonza mesclou seu repertório com versões de músicas alheias. Abriu com "Principalmente me Sinto Arrasada" e "Sagrado Profano" antes de puxar "Louras Geladas", sucesso do RPM nos anos 1980. Emendou sua "Campo de Morango" em "Amor e Sexo", famosa com Rita Lee, e manteve esse ritmo.

 

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Foto: Reprodução

 

Em certa altura, a estrela pop lembrou que este ano completam-se duas décadas desde que ela subiu num palco pela primeira vez. Disse que cantou por dez anos em bandas de baile e de casamento e em barzinho, e dedicou o show a esses músicos –que sonham em estar num palco do The Town como ela.

 

A dedicatória casou com a energia da apresentação. No barzinho de Sonza coube "Folhetim", de Chico Buarque –emendada na sua "Chico"-, "O Barquinho", clássico da bossa nova de Roberto Menescal e até "Musa do Verão", hit dos anos 2000 com Felipe Dylon. Sua verve de cantora pop baseada no funk ganhou espaço com "Modo Turbo" e "Anaconda", e seu repertório também rendeu "Iguaria", "Carnificina", "A Dona Aranha" e "Mulher do Ano XD", entre outras.

 

Sonza ainda de esgoelou numa sequência dramática com "Surreal" e as duas versões de "Penhasco", vestindo um corset amarelo no estilo Sabrina Carpenter. Deixou o palco com sua versão ainda mais roqueira de "Lança Perfume", outra de Rita Lee, alinhada com a proposta de banda de baile.

 

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A essa altura, enquanto a chuva apertava, o público já migrava em massa para o palco principal, onde o Backstreet Boys faria o maior show da noite. Poucos ficaram para ver os créditos do show no telão ao som –desta vez, mecânico– de "Berimbau-Consolação", canção de Vinicius de Moraes. 

 

Fonte: R7

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