Na última semana antes do primeiro turno das eleições, as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) adotam estratégias diferentes para disputar o eleitorado. Lula tem anunciado medidas voltadas a temas como renda, saúde e apostas on-line, enquanto Flávio busca atrair eleitores de outros candidatos do campo da direita por meio do chamado voto útil.
Entre as medidas anunciadas pelo governo estão o reajuste do Bolsa Família, a promessa de disponibilizar canetas emagrecedoras pelo SUS e a decisão de proibir as bets. As iniciativas passaram a fazer parte da comunicação da campanha de Lula nos últimos dias, com foco em diferentes segmentos do eleitorado.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, tem concentrado sua estratégia na tentativa de reunir votos de candidatos que aparecem atrás nas pesquisas. A campanha busca eleitores de Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), defendendo que parte desses votos migre para sua candidatura ainda no primeiro turno.
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A reta final também é marcada pela disputa por eleitores indecisos, com atenção especial das campanhas para mulheres e para as regiões Sudeste e Sul. Pesquisas recentes mostram Lula e Flávio em situação próxima nos principais cenários, embora os percentuais variem de acordo com o instituto e o período de coleta.
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Outro momento aguardado pelas campanhas é o debate presidencial da TV Globo, marcado para quinta-feira (1º). Flávio Bolsonaro confirmou presença, enquanto a campanha de Lula ainda não havia definido sua participação. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro.