Lula viu proposta de redução de jornada defendida pelo governo ser aprovada na Câmara. Acuado com a revelação da relação com Vorcaro, Flávio se encontrou com Trump nos EUA.
A corrida presidencial de 2026 ganhou novos capítulos nesta semana com movimentos que impactaram diretamente os cenários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do senador Flávio Bolsonaro.
De um lado, o governo Lula buscou capitalizar discussões sobre o fim da escala de trabalho 6x1, pauta defendida por setores da base aliada e vista como uma bandeira com potencial de apelo popular entre trabalhadores.
Ao mesmo tempo, aliados do presidente enfrentaram desgaste após a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O tema rapidamente ganhou espaço no debate político e virou munição para adversários do Palácio do Planalto.
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Nos bastidores da direita, a medida foi tratada como uma vitória política de Flávio Bolsonaro, que esteve recentemente nos Estados Unidos e vinha defendendo o endurecimento internacional contra as facções criminosas. Integrantes de sua pré-campanha avaliam que o episódio fortalece seu discurso sobre segurança pública, uma das principais bandeiras do grupo bolsonarista.
Já aliados de Lula argumentam que a classificação das facções pode gerar impactos diplomáticos e econômicos para o Brasil, além de abrir discussões sobre soberania nacional e cooperação internacional no combate ao crime organizado.
O cenário ocorre em um momento de forte polarização política e de equilíbrio nas pesquisas para a disputa presidencial. Levantamentos divulgados nos últimos meses mostram Lula e Flávio Bolsonaro aparecendo tecnicamente empatados em diferentes cenários eleitorais.
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Com mais de quatro meses até o início oficial da campanha, analistas avaliam que temas como segurança pública, economia e direitos trabalhistas devem continuar no centro da disputa entre governo e oposição nos próximos meses.