Lula e Sinésio Campos
A defesa de um modelo de desenvolvimento econômico baseado na inclusão social, na geração de renda e na justiça social aproxima, em diferentes esferas de atuação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado estadual Sinésio Campos (PT-AM). Alinhados historicamente às diretrizes do Partido dos Trabalhadores, ambos têm atuado de forma convergente na construção e no fortalecimento de políticas públicas voltadas à economia popular, sustentável e solidária.
No âmbito federal, o governo do presidente Lula recolocou a Economia Solidária como eixo estratégico das políticas de desenvolvimento, com o fortalecimento da Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária, vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego, retomando o legado de inclusão produtiva idealizado por Paul Singer. A iniciativa busca apoiar cooperativas, associações e empreendimentos autogestionários como alternativa concreta de geração de trabalho e renda.
No Amazonas, essa agenda ganha forma por meio da atuação do deputado Sinésio Campos, autor da Lei nº 408/2025, que institui a Política Estadual de Economia Solidária. A legislação cria mecanismos permanentes de incentivo a empreendimentos solidários, promovendo inclusão social, desenvolvimento sustentável e fortalecimento da economia local, especialmente em comunidades vulneráveis e no interior do estado.
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A importância da lei foi reconhecida oficialmente pelo Governo Federal. Em ofício encaminhado ao parlamentar, o secretário nacional de Economia Popular e Solidária, Gilberto Carvalho, destacou que a nova legislação “representa um marco fundamental e histórico para o fortalecimento da Economia Solidária no estado do Amazonas, abrindo novas portas à inclusão social, à geração de renda e ao desenvolvimento sustentável das comunidades”.
Segundo Gilberto Carvalho, a atuação de Sinésio Campos foi decisiva para a aprovação da política. “Acreditamos firmemente que a Lei 408/2025 será uma ferramenta poderosa para apoiar empreendimentos solidários, cooperativas e associações, garantindo que o crescimento econômico no Amazonas seja mais justo, democrático e inclusivo”, afirmou o secretário.

Foto: Reprodução
Além da Economia Solidária, Lula e Sinésio Campos compartilham pautas como a defesa do desenvolvimento sustentável da Amazônia, o fortalecimento de políticas de inclusão social, a geração de emprego e renda e o papel do Estado como indutor do desenvolvimento. A articulação entre políticas federais e estaduais reforça o compromisso com um modelo econômico que prioriza as pessoas, valoriza o trabalho coletivo e reduz desigualdades históricas.
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Com a aprovação da Política Estadual de Economia Solidária, o Amazonas se consolida como referência nacional na implementação de políticas públicas alinhadas à agenda do governo Lula, fortalecendo um projeto de desenvolvimento que une crescimento econômico, sustentabilidade e justiça social.