Marcos Pontes apresentou projeto de Lei inspirado na fala de presidente da República
O senador Marcos Pontes disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o inspirou a apresentar um Projeto de Lei contra a mentira na administração pública. E não poderia estar mais certo na fonte inspiradora.
Pontes afirmou que ao ver Lula falar: “Eu, se pudesse, iria fazer um decreto: é proibido mentir. Quem mentir vai ser preso. Porque a gente não pode viver subordinado à mentira, subordinado à maldade, subordinado à intriga”, ficou inspirado.
“Foi justamente essa declaração que me inspirou a transformar essa ideia em ação concreta. Apresentei um Projeto de Lei (PL 1712/2024) que inclui a divulgação de informações falsas como crime contra a probidade administrativa– na mesma lei que trata dos crimes de responsabilidade de autoridades como o Presidente da República, disse o senador.
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Para Marcos Pontes, “A verdade deve ser uma exigência — e não uma opção — para quem ocupa posições de poder.
Chega de discursos manipuladores, falsas promessas e dados inventados.
A população merece transparência e respeito, disse Marcos Pontes.
Luiz Inácio Lula da Silva pode até se orgulhar de sua retórica apaixonada e enganadora, mas quando o assunto é dados, números e realidade, o presidente parece viver numa espécie de Brasil alternativo – talvez no Multiverso do Planalto. Ali, galinhas viram usinas de ovos, casas se multiplicam como gremlins, e o desmatamento cai ao mesmo tempo em que a fumaça sobe.
Reunimos aqui as pérolas numéricas, distorções factuais e mentiras sinceras que marcaram o atual (e ex) presidente ao longo de sua trajetória — principalmente no novo mandato. Prepare-se para rir, ou chorar, dependendo do seu grau de apego à sanidade estatística.
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“Acabamos com a fome no Brasil”, declarou Lula com convicção. Infelizmente, os dados do IBGE, FAO e da Rede Penssan insistem em contradizê-lo: mesmo no melhor cenário (2013), o país ainda tinha 7,2 milhões de famintos. Em 2024, mais de 8 milhões ainda enfrentam insegurança alimentar grave. Ou seja: fome, sim. Só acabou no palanque.
Fonte: BSB