A macaca Maria levou um tiro e a bala está alojada em sua coluna; veterinários do Instituto Vida Livre aguardam para um possível cirurgia
Uma fêmea de macaco-prego foi resgatada após ser baleada nas costas, na última terça-feira (9/9), na Rua Piratininga, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Devido ao ferimento, o animal, que está sem movimento nas pernas, pode ficar paraplégico.
A macaquinha foi levada ao Instituto Vida Livre, onde recebeu os primeiros socorros e passou por exames iniciais. Ela aguarda cirurgia para retirada da bala, que está alojada na coluna. O tiro atingiu o ombro.
Segundo o instituto, Maria passa o dia deitada e recebe aquecimento e alimentação. Ela está sendo acompanhada clinicamente e recebendo tanto medicação quanto alimentação assistida.
Veja também

Governador Wilson Lima sanciona lei que autoriza uso de armas de choque por mulheres no Amazonas

Veterinários do instituto explicam que ainda há esperança de recuperação. Segundo eles, a bala pode estar comprimindo um nervo e há possibilidade de que, após a cirurgia, a macaca volte a se movimentar.
“Ela está sob nossos cuidados, recebendo todo tratamento necessário, que inclui exames e acompanhamento clínico”, escreveram na publicação.
Em outra publicação, o instituto destacou que a macaca segue em tratamento e passou pelos exames de imagem (ultrassonografia e radiografia). Neles, foi possível entender a posição exata da bala em sua coluna.

Fotos: Reprodução/Redes Sociais
“Maria é mais um caso que reforça o atraso do Brasil em relação à proteção de seus animais silvestres. Na legislação atual, se a pessoa responsável por esse crise fosse identificada, a pena seria irrisória. Por isso, estamos trabalhando pela mudança da lei para transformar essa história”, postaram.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Ainda não se sabe quem atirou na macaquinha e nem o motivo. A Polícia Civil do Rio de Janeiro (Pcerj) afirmou que a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) instaurou um procedimento para apurar os fatos.
Fonte: Metrópoles