Presidente francês Emmanuel Macron anunciou que se reunirá na segunda-feira (8/12), em Londres, com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensk
“Devemos continuar a pressionar a Rússiapara forçá-la a fazer a paz”, disse o presidente francês neste sábado (6/12), condenando “nos termos mais fortes possíveis” os novos ataques contra a Ucrânia e reiterando o seu “apoio inabalável” a Kiev.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou no sábado que teve uma conversa telefônica “substancial e construtiva” com os enviados americanos Steve Witkoff e Jared Kushner e com negociadores de Kiev que foram à Flórida para as discussões sobre o fim da guerra com a Rússia.
“A Ucrânia está determinada a continuar trabalhando honestamente com os Estados Unidos para estabelecer uma paz verdadeira. Concordamos com os próximos passos e o formato das discussões com os Estados Unidos”, disse Zelensky nas redes sociais, sem fornecer mais detalhes.
O líder ucraniano indicou que a conversa abordou, entre outros assuntos, “questões-chave que poderiam garantir o fim do derramamento de sangue”, bem como “o risco de a Rússia não cumprir suas promessas”.
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Zelensky afirmou estar aguardando o retorno dos dois negociadores ucranianos, Rustem Umerov e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Andriy Hnatov, “com um relatório detalhado” das conversas.
“Não podemos discutir tudo por telefone, por isso é necessário trabalhar detalhadamente com as equipes nas ideias e propostas”, declarou.A União Europeia, ausente das negociações para as quais não foi convidada, voltou a alertar no sábado contra um processo que Bruxelas considera favorecer Vladimir Putin.
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“Impor restrições e constrangimentos à Ucrânia não nos trará paz duradoura”, declarou a Alta Representante da UE para os Relações Exteriores e a Política de Segurança, Kaja Kallas. “Se a agressão for recompensada, ela se repetirá, não apenas na Ucrânia ou em Gaza, mas em todo o mundo”, acrescentou.
Fonte: Metrópoles