Estudante da USP, de 28 anos, foi encontrada morta na Zona Leste de SP; polícia investiga feminicídio
Quatro dias depois, o corpo de Bruna foi localizado com marcas de agressão na Avenida Miguel Ignácio Curi. A identificação foi feita no Instituto Médico Legal (IML) com base nas tatuagens da jovem.
Bruna Oliveira da Silva, de 28 anos, estudante da USP e ativista feminista, foi encontrada morta na última quinta-feira (17), nos fundos de um estacionamento na Vila Carmosina, Zona Leste de São Paulo. A jovem, mãe de um menino de 7 anos, estava desaparecida desde o domingo (13), quando voltava para casa após passar o fim de semana com o namorado, no bairro do Butantã.
Segundo a família, Bruna foi vista pela última vez por volta das 22h20, quando desembarcou na estação Corinthians-Itaquera do Metrô. Ela chegou a ligar para a mãe, Simone da Silva, avisando que havia perdido o ônibus e que o celular estava com pouca bateria. Pouco depois, carregou o aparelho em uma banca de jornal e combinou de solicitar um carro por aplicativo após receber uma transferência via Pix.
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“O último contato de visualização que ela tem no celular é às 22h30. A pessoa que pegou ela, pegou em menos de 5 minutos depois que falei com a minha filha”, relatou Simone. A casa da família ficava a apenas 10 minutos a pé da estação.
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O pai de Bruna, Florisvaldo Araújo de Oliveira, que cuidava do neto enquanto a filha voltava para casa, percebeu na manhã seguinte que ela não havia retornado. A família registrou um boletim de ocorrência e iniciou buscas.
Fonte: CNN