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Mãe de menino eletrocutado diz que foi acusada de ter matado o filho
Foto: Reprodução/Internet

No depoimento, a mãe narra o desespero ao ver o filho caído no chão, na chuva, com várias queimaduras pelo corpo e exalando fumaça

A mãe de Adrian David Feitoza Coelho, 10 anos, que morreu ao sair de um carro e ser eletrocutado, afirmou em depoimento à polícia que testemunhas da tragédia pediram a ela e à criança que saíssem do carro em que estavam, após o som de uma descarga elétrica.

 

A criança morreu em frente a um comércio, na Estância 4, em Planaltina (DF). Ainda segundo a mãe do menino, testemunhas que estavam no estabelecimento acenaram para ela e gritaram: “Sai do carro, sai do carro”.

 

Antes disso, segundo o relato, a mãe dirigia bem devagar e com o pisca-alerta do veículo ligado, devido à tempestade. Quando passava em frente ao comércio, ela ouviu um barulho de explosão. “Percebi que um cabo de energia tinha se rompido, mas não consegui ver que tinha sido em frente ao meu carro”, contou.

 

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Além disso, o som da chuva estava alto, o carro parou, e a mãe só conseguiu perceber o pedido das testemunhas para que ela e o filho deixassem o veículo. Assustada e sem entender o que acontecia, ela saiu do automóvel. “Nesse instante, puxei o Adrian pela porta do motorista e pedi para ele correr para baixo da marquise de uma loja”, detalhou.

 

Contudo, assim que Adrian deu o primeiro passo, o menino teria pisado em um fio de energia rompido. “Ele recebeu uma grande descarga elétrica, caindo ao chão no mesmo instante”, contou a mãe, que ficou desesperada ao ver o filho, em meio à chuva, com várias queimaduras pelo corpo.

 

Além da tragédia, a mãe foi acusada por testemunhas do ocorrido de ter matado o próprio filho. “Foram momentos de muito desespero e dor”, completou.

 

Acionado, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) teria levado 40 minutos para chegar ao local, segundo o depoimento. Quando a equipe chegou, levou a criança para o Hospital Regional de Planaltina (HRPl), mas Adrian teve a morte confirmada pela unidade de saúde.

 

Ao contrário do pedido feito à mãe da criança pelas testemunhas, se algum cabo de energia entrar em contato com um veículo com ocupantes ou caso o automóvel seja atingido por um raio, é necessário permanecer dentro do automóvel e ligar para os Bombeiros (193) ou a Defesa Civil (199). A força de segurança pública orienta que não se deve tocar nas partes metálicas do veículo. Também não pode sair do carro.

 

A orientação é ficar dentro do veículo até que o socorro chegue e tenha a certeza de que o local não está mais energizado. Do lado de fora, as pessoas precisam ficar afastadas por no mínimo 10 metros de distância.

 

Se o carro pegar fogo, os passageiros devem abrir a porta do veículo – com cuidado – e as vítimas devem sair pulando com os pés juntos.
Evite dar passos largos, pois isso aumenta o risco de choque elétrico. O recomendado é se afastar do carro pulando com os pés juntos ou arrastando um pé de cada vez, mantendo os dois em contato constante com o chão.

 

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina) apura o caro como morte por eletrocussão.

 

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Por meio de nota, o CBMDF atua de maneira rápida, pois a prioridade é a vida de quem está sofrendo algum infortúnio. Nesse tipo de ocorrência, isolamos a área e esperamos a Neoenergia Brasília, atuarem para podermos entrar na cena e poder socorrer com segurança a vítima. Conforme constatado, a atuação foi de 15 minutos.

 

Fonte: Metrópoles

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