Mulher afirma que procurou atendimento para a filha de apenas 2 anos e acusa funcionário de destratá-la durante a espera na unidade de saúde da Zona Leste. Caso foi registrado na polícia.
Uma cena de revolta e indignação registrada dentro de uma unidade de saúde da rede municipal de Manaus ganhou grande repercussão nas redes sociais nesta quinta-feira (30). Uma mãe denunciou um servidor da Unidade de Saúde da Família (USF) Alfredo Campos, localizada no bairro Zumbi dos Palmares, Zona Leste da capital, por supostamente se recusar a prestar auxílio à sua filha, de apenas 2 anos, e ainda proferir uma frase que ela classificou como desumana.
De acordo com o relato da mulher, o caso aconteceu na quarta-feira (29), quando ela levou a criança à unidade após a menina apresentar um quadro de diarreia. Enquanto aguardavam atendimento, a criança acabou evacuando na sala de preparo, situação que, segundo a mãe, motivou a reação do servidor.
Em um vídeo gravado pela própria mulher e divulgado nas redes sociais, ela acusa o funcionário de ter se recusado a ajudá-la e afirma que ele teria dito que queria que sua filha morresse.
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"Olha aqui, minha filha veio para uma consulta e o funcionário mandou a minha filha morrer. Vou mostrar a cara deste vagabundo porque a minha filha é uma criança de apenas 2 anos. A criança se vazando toda e ele falou na minha cara que queria que a minha bebê morresse. Isso é um absurdo", afirma a mulher durante a gravação.
Ainda bastante emocionada, a mãe relata ser uma mãe atípica e afirma que buscava atendimento para a filha quando teria sido tratada com falta de respeito. Segundo ela, em vez de receber acolhimento, enfrentou uma situação constrangedora dentro da unidade de saúde.
Após o episódio, a mulher informou que registrou um boletim de ocorrência e pediu que o caso seja apurado pelas autoridades competentes. Ela também cobrou providências da Prefeitura de Manaus e da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), defendendo que servidores da área da saúde devem oferecer atendimento humanizado, especialmente quando se trata de crianças.
Até o momento, a Prefeitura de Manaus e a Secretaria Municipal de Saúde não haviam se manifestado oficialmente sobre as acusações. O espaço permanece aberto para que os órgãos apresentem sua versão dos fatos.
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O caso segue repercutindo nas redes sociais, onde internautas pedem uma investigação para esclarecer o ocorrido e verificar a conduta do servidor envolvido.
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