Avó do menino com necessidades especiais confirma que presenciou o neto sendo agredido pela professora dentro da sala de recursos
Uma criança de 10 anos, com necessidades especiais, pode ter sido agredida com tapas no rosto dentro da sala de recursos da Escola Municipal Padre Mauro Fancello, situada no bairro Petrópolis, Zona Sul de Manaus.
Quem diz que flagrou o momento da agressão foi a própria avó do menino, que é autista e não verbal.
A mãe atípica, que também não teve o nome divulgado para preservar a identificação do filho, já formalizou a denúncia nos órgãos competentes, e um boletim de ocorrência também foi registrado no 3º DIP.
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Professora denunciada ainda não se pronunciou
sobre a agressão ao aluno autista
No relato da avô, ela foi buscar o neto na última terça-feira, 24, e presenciou a agressão.
“Quando eu abri a porta, eu me deparei com ela batendo no rosto do meu netinho. Aí eu gritei não faça isso professora. Ela respondeu que bateu mesmo e disse que batei porque meu neto tinha agredido ela”, relata a avó do menino autista.
Segundo a avó o menino entrou em crise, começou a chorar, gritar e ficou desesperado.
Por fim a avó conta que chegou a questionar se a professora iria deixá-la trancada, mas foi quando começou a pedir socorro e a gestora veio para ver o que estava acontecendo e foi informada do que que tinha acabado de acontecer.
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Avó e a criança na saída da escola após o episódio de
agressão ocorrido na última terça-feira
(Fotos: Divulgação)
Ainda não há informação se a professora acusada de agressão já está afastada das suas funções.
“Eu me sinto muito entristecida porque eu confiei nela. Eu pensando que ela era uma profissional capacitada e deu nisso. Eu disse pra ela: eu vou lhe denunciar, eu vou lhe denunciar, finalizou a avô do menino com necessidades especiais.

Agressão e indignação de mãe e avó já foram denunciadas
às autoridades competentes (Fotos: Divulgação)
A mãe da criança também acusa e denuncia a professora e pede providências legais e cabíveis.
Ainda não há informação se o caso já está em fase de inquérito policial instaurado e quais as outras providências estão sendo tomadas após a mãe e a avó do estudante autista formalizarem as denúncias junto aos órgãos competentes.
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A Secretaria Municipal de Educação (Semed) também ainda não se pronunciou sobre a acusação contra a professora.
VEJA VÍDEO: