Caso começou a ser investigado em setembro de 2025 e acusada foi localizada no início desta semana
Uma mulher de 33 anos foi presa em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, após um exame médico identificar a presença de cocaína na urina de sua filha, uma criança de apenas três anos. O caso, considerado grave, passou a ser investigado como possível situação de maus-tratos e exposição da menor a substâncias ilícitas.
As investigações tiveram início ainda em 2025, quando o pai da criança percebeu alterações no comportamento da filha após ela retornar de um período na casa da mãe. Segundo relatos, a menina apresentava sinais incomuns, como sonolência excessiva e aparência debilitada, o que levou à busca por atendimento médico.
Durante a avaliação hospitalar, exames laboratoriais confirmaram a presença da droga no organismo da criança, o que motivou o acionamento das autoridades. A partir disso, a Polícia Civil passou a apurar as circunstâncias em que a menor teve contato com a substância, já que, pela idade, ela não teria condições de ingeri-la por conta própria.
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Diante dos indícios, a Justiça autorizou a prisão da mãe,que é suspeita de negligência e possível envolvimento direto na exposição da filha à droga. O caso é tratado com prioridade pelas autoridades, por envolver uma vítima em situação de extrema vulnerabilidade.
A criança foi encaminhada para acompanhamento médico e também passou a ser assistida por órgãos de proteção, enquanto o inquérito segue em andamento para esclarecer todos os detalhes e responsabilidades.
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O episódio gerou forte repercussão e reacendeu o debate sobre a importância da proteção infantil e da atuação rigorosa das autoridades em casos que envolvem suspeitas de maus-tratos contra crianças.