Família achava que o suspeito não era normal por conta dos comportamentos que ele tinha com a vítima. Após o crime, ele fugiu, mas foi localizado e preso em flagrante.
Natali Vieira Batista, de 33 anos, que foi morta a facadas pelo namorado, em Goiânia, era mãe de três filhos e viúva, segundo a família da vítima. Djanir Brito Guimarães, de 37 anos, namorado da vítima e suspeito de ter cometido o crime, foi preso pela Polícia Militar e confessou que cometeu o crime.
O g1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem. O crime aconteceu nesta sexta-feira (26). Natali era moradora de Aragoiânia, Região Metropolitana da capital, e tinha um relacionamento com o suspeito há cerca de cinco meses, revelou a família.
Entre os filhos da vítima, o mais velho tem 12 anos. Segundo a família, todos os três são frutos do relacionamento de Natali com o marido, que morreu há um ano.
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Uma prima de Natali, que não quis ser identificada, explicou que o suspeito se comportava de forma "estranha" com a vítima. Segundo ela, a mãe da vítima está muito abalada e os familiares esperam que a "Justiça seja feita".
O caso está sendo investigado pela Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher (Deam). O g1 tentou entrar em contato com a Polícia Civil para saber se houve alguma atualização sobre o caso e se o suspeito continua preso, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.
'ELE DESTRUIU UMA FAMÍLIA'
Ainda de acordo com a prima de Natali, o suspeito era agressivo e não deixava a vítima ter o próprio celular. Perto de outros familiares da vítima, a prima contou que Djanir agia de forma diferente e tentava passar uma boa imagem.
Ela destacou que a família achava que o suspeito "não era normal" por conta dos comportamentos que ele tinha com a vítima, mas que eles não esperavam que Djanir fosse capaz de matar a mulher.
"Nós sabíamos que ele não era uma pessoa normal pelas coisas que fazia com ela, mas jamais imaginaríamos que isso fosse acontecer[...] Ele destruiu uma família", afirmou.
No momento da prisão, Djanir confessou o crime aos militares. Em um vídeo registrado pelos policiais, ele diz que "surtou" e não sabe dizer ao certo o número de facadas que deu na vítima (veja acima).
"Ela apareceu na minha avó e ficou falando lá alguma coisa, aí eu fui e surtei. Quando eu vi, já tinha acontecido", afirmou Djanir.
Após o crime, o suspeito fugiu, mas foi localizado e preso em flagrante pela PM na casa de familiares. Ainda de acordo com os militares, o suspeito tem passagens criminais por roubo, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e outro homicídio.
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Segundo apurado pela TV Anhanguera, ele também acumulava denúncias por violência doméstica, sendo parte contra duas ex-companheiras, e uma registrada pela própria vítima em outubro de 2025.
Fonte: G1