A decisão está sendo analisada em ambiente virtual, com votos sendo registrados eletronicamente pelos ministro
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter a prisão preventiva do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, no âmbito das investigações relacionadas ao chamado caso Master. A decisão está sendo analisada em ambiente virtual, com votos sendo registrados eletronicamente pelos ministros.
Até o momento, os ministros André Mendonça e Luiz Fux já se posicionaram a favor da manutenção da prisão, acompanhando o entendimento de que a medida cautelar deve ser preservada diante dos elementos apresentados na investigação. O julgamento segue aberto até o encerramento do prazo estabelecido pela Corte.
O caso faz parte de uma apuração mais ampla conduzida pela Polícia Federal, que investiga possíveis irregularidades envolvendo o BRB e o Banco Master, incluindo suspeitas de fraudes financeiras e pagamentos indevidos. A investigação aponta para um esquema que teria movimentado valores expressivos por meio de operações consideradas suspeitas, o que motivou a adoção de medidas mais rigorosas por parte da Justiça.
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A defesa do ex-presidente do BRB contesta a prisão preventiva, alegando ausência de requisitos legais para sua manutenção e questionando a necessidade da medida extrema. Apesar disso, os votos já registrados indicam tendência de manutenção da decisão que determinou a custódia do investigado.

Foto: Reprodução
O julgamento ocorre de forma virtual, modelo em que os ministros inserem seus votos no sistema eletrônico sem debate presencial. O resultado final será consolidado ao término da votação dos demais integrantes da Segunda Turma, que ainda devem se manifestar dentro do prazo estabelecido.
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Com a maioria formada, o cenário aponta para a continuidade da prisão, embora o desfecho oficial dependa da conclusão completa do julgamento pelo colegiado.