Retorno da lontra-gigante ao norte da Argentina marca avanço da conservação e reacende esperança para a biodiversidade sul-americana
Um mamífero considerado extinto em determinadas regiões da Argentina há mais de um século voltou a ser registrado no país e já está provocando mudanças perceptíveis no ecossistema local.
O animal, a lontra gigante, não era visto na região do Chaco havia cerca de 110 anos. Seu reaparecimento foi confirmado recentemente em áreas do rio Bermejo, onde pesquisadores acompanham a reintrodução e a adaptação da espécie ao ambiente natural.
Segundo especialistas, a presença do predador de topo tem impacto direto na cadeia alimentar, ajudando a controlar populações de peixes e outros organismos aquáticos. Esse equilíbrio pode favorecer a recuperação de ambientes degradados e melhorar a qualidade dos rios da região.
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O retorno da espécie faz parte de projetos de reintrodução e conservação conduzidos por organizações ambientais, que buscam restaurar ecossistemas e recuperar espécies desaparecidas localmente devido à caça e à destruição de habitat.
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Pesquisadores destacam que os primeiros efeitos observados mostram uma reorganização gradual da dinâmica ecológica, o que reforça a importância de iniciativas de rewilding na América do Sul.