Ato defende a construção de políticas públicas, maior representação, proteção e defesa da vida das mulheres em todo Brasil e no DF
Neste domingo (8), data em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher, manifestantes saíram às ruas em diversas capitais brasileiras para protestar contra a violência de gênero e cobrar medidas mais eficazes no combate ao feminicídio. No Distrito Federal, o ato reuniu movimentos sociais, sindicatos e organizações ligadas à defesa dos direitos das mulheres.
Em Brasília, a mobilização denominada Ato Político-Cultural do Dia Internacional de Luta das Mulheres começou com concentração às 13h no Eixo Cultural Ibero-Americano, antiga Funarte. Em seguida, os participantes realizaram uma marcha até o Palácio do Buriti, sede do governo do DF.
Durante a manifestação, os participantes defenderam políticas públicas mais efetivas para proteção das mulheres, além de maior representação feminina nos espaços de poder e garantia de direitos. O protesto também levantou outras pautas sociais, como críticas à escala de trabalho 6×1 e defesa da soberania dos povos.
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O ato contou com apoio de entidades sindicais e movimentos sociais, entre eles a Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal (CUT-DF), o Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) e o Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos da Universidade de Brasília (Sindfub).
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Foto: Reprodução
No Distrito Federal, a mobilização também reuniu militantes de partidos de esquerda, como PT e PSol, e incluiu críticas à gestão do governo local. Segundo dados citados no debate público sobre o tema, somente em 2026 o DF já registrou oito ocorrências de feminicídio, sendo três casos consumados e cinco tentativas.
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As manifestações fazem parte das mobilizações tradicionais do 8 de Março, quando movimentos feministas e organizações sociais realizam atos para denunciar a violência contra mulheres e reivindicar políticas que garantam segurança e igualdade.