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Marlon em 'Dona de mim', Humberto Morais diz que demorou a se ver como um homem bonito: 'Ensinaram a gente a se odiar'
Foto: Reprodução

Rodeado de mulheres por todos os lados, Marlon (Humberto Morais) finalmente parece que vai viver uma maré mansa em ‘‘Dona de mim’’. No passado, o rapaz só tinha olhos para Leo (Clara Moneke).

 

Mais recentemente, Bárbara (Giovanna Cordeiro) retornou ao Brasil e tentou reconquistá-lo. O policial chegou a duvidar de seus sentimentos, mas agora vai se apressar para firmar o noivado com Kami (Giovanna Lancellotti), com quem deseja formar uma família.

 

— Marlon quer amar e ser amado. Com a Leo, ele tinha uma euforia típica dos jovens, de descobrir a vida juntos. A Kami já desperta seu lado mais maduro. Ele, ela e o Dedé (Lorenzo Reis, filho de Kami com Ryan, vivido por L7nnon) representam seu ideal de família. Meu personagem já se vê como um pai para essa criança, um homem que pode ajudar essa mulher. Com Kami, Marlon tenta não cometer os mesmos erros do passado — avalia Humberto, de 31 anos.

 

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Não é só na novela que ele faz sucesso entre as garotas. Galã da vez, o ator se tornou protagonista logo em seu primeiro trabalho na Globo. O reconhecimento nas ruas tem sido uma mistura de diversão e espanto para o artista:

 

— Outro dia fui a uma feira e, saindo do carro, ouvi um berro de uma fã. Sempre quando me param, eu brinco com as pessoas. É assustador ser protagonista de uma novela. Mas prestando atenção na minha história, faz até bastante sentido. Saí de “Sutura” (série do Prime Video lançada em 2024), em que fui protagonista; e de “DNA do crime” (série da Netflix), em que também fiz um policial. Parece que eu estava treinando tanto o protagonismo quanto a veia policial.

 

A beleza do ator costuma chamar atenção por onde ele passa. Nas redes sociais, muitos internautas comentam sobre seus atributos físicos. Apesar dos elogios, demorou muito para Humberto se sentir um cara bonito.

 

— Demorei uns 28 anos (para reconhecer sua beleza). Como diz Malcolm X (ativista americano morto em 1965 que atuou em defesa dos direitos da comunidade afro-americana), ensinaram a gente a se odiar. A juventude negra atual tem a possibilidade de amar o seu próprio cabelo e seu corpo. Mas eu não tive essa chance, assim como muitos homens negros da minha idade, que passaram a infância inteira se sentindo feios, deslocados e menores. Temos possibilidades diversas e muito potentes — enfatiza.

 

Embora Humberto já tenha interpretado um policial em “DNA do crime”, foi com o atual personagem que o ator mudou sua perspectiva sobre os agentes de segurança. Na novela das sete, ele encarna um policial correto, que chegou a denunciar um colega corrupto da corporação.

 

— Tô criando empatia pelos policiais. Mas no começo, foi uma dúvida, porque a Polícia Militar é uma instituição difícil de eu entender. Até que comecei a receber mensagens de mães que perderam seus filhos policiais dizendo que toda vez que viam o Marlon em cena, lembravam do filho delas.

 

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Contar a história dessas pessoas que sonham proteger a sociedade é importante. Para os jovens negros que estão entrando na PM e podem ter uma repercussão negativa no seu entorno, o Marlon dá uma esperança e uma aquecidinha no coração — analisa o ator paulistano, que está vivendo no Rio por causa das gravações da novela.

 

Fonte:Extra


 

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