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Máscaras faciais ajudam jogadores a voltar aos gramados após fraturas durante a Copa
Foto: Divulgação

Equipamento usado por atletas protege a região lesionada do rosto e permite retorno mais seguro às partidas durante o período de recuperação.

As máscaras de proteção facial voltaram a chamar a atenção durante a Copa do Mundo de 2026. Um dos casos mais comentados é o do zagueiro uruguaio Sebastián Cáceres, que entrou em campo utilizando o acessório após sofrer uma fratura no rosto em maio. O equipamento é utilizado para reduzir os riscos de novas lesões enquanto o osso ainda está em processo de cicatrização.

 

Segundo especialistas, a máscara funciona como uma barreira de proteção temporária, redistribuindo a força de impactos para outras áreas da face e evitando que a região lesionada receba o choque diretamente. A medida permite que atletas retornem às competições com mais segurança antes da recuperação completa, desde que estejam sob acompanhamento médico.

 

As proteções são confeccionadas de forma personalizada e geralmente utilizam fibra de carbono, material leve e altamente resistente. Além de oferecer segurança, o equipamento preserva a mobilidade do jogador durante treinos e partidas.

 

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Especialistas em traumatologia explicam que o principal objetivo da máscara é proteger fraturas em regiões como nariz, mandíbula e ossos da maçã do rosto. Apesar da eficácia na prevenção de novos traumas faciais, o acessório não impede concussões cerebrais, já que esse tipo de lesão ocorre devido ao movimento do cérebro dentro do crânio após impactos fortes.

 

O uso desse tipo de proteção já se tornou comum no futebol profissional. Além de Sebastián Cáceres, outros atletas também recorreram ao equipamento após lesões, como o ex-lateral Rafinha, que utilizou uma máscara durante sua recuperação em 2019, e o goleiro argelino Luca Zidane, que disputa a atual Copa com um modelo adaptado para proteger a região da mandíbula.

 

Outro exemplo é o atacante mexicano Raúl Jiménez, que, desde a grave fratura no crânio sofrida em 2020, atua com uma faixa protetora na cabeça. Embora diferente das máscaras faciais, o equipamento também tem a função de oferecer uma camada extra de proteção sobre uma área anteriormente lesionada.

 

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Com o avanço da tecnologia e da medicina esportiva, as máscaras faciais se tornaram importantes aliadas na recuperação de atletas, permitindo um retorno mais rápido às competições sem abrir mão da segurança durante o processo de cicatrização. 

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