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Mato Grosso confirma primeira morte por chikungunya no Brasil em 2026 e acende alerta sanitário
Foto: Reproduçao

Óbito foi registrado em Vila Bela da Santíssima Trindade; estado investiga outro caso suspeito enquanto monitora avanço da doença

O estado de Mato Grosso confirmou a primeira morte por chikungunya no Brasil em 2026. O óbito ocorreu no município de Vila Bela da Santíssima Trindade, localizado a cerca de 552 quilômetros de Cuiabá, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (20) no painel oficial do Ministério da Saúde.

 

A identidade da vítima não foi informada. Segundo o Ministério, a morte ocorreu em decorrência de complicações associadas à chikungunya, doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e do zika vírus.

 

Além do caso confirmado, as autoridades de saúde investigam uma segunda morte suspeita no município de Sinop, a aproximadamente 503 quilômetros da capital mato-grossense. O caso segue sob análise para confirmação laboratorial.

 

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SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA

 

Apesar do registro do óbito, os dados indicam que o número de casos neste início de ano está abaixo do observado no mesmo período de 2025. Entre 1º de janeiro e 19 de fevereiro de 2026, Mato Grosso notificou 321 casos de chikungunya.

 

No mesmo intervalo do ano passado, o cenário era significativamente mais grave: mais de 17 mil casos prováveis foram registrados, além de 26 mortes confirmadas no estado.

 

Especialistas destacam que, embora os números atuais sejam menores, a confirmação da primeira morte no país neste ano reforça a necessidade de vigilância contínua e intensificação das medidas de prevenção, especialmente durante o período chuvoso, quando há maior proliferação do mosquito transmissor.

 

SINTOMAS E PREVENÇÃO

 

A chikungunya é caracterizada principalmente por febre alta súbita, dores intensas nas articulações, dor muscular, dor de cabeça e manchas vermelhas na pele. Em alguns casos, as dores articulares podem persistir por meses. Complicações mais graves são raras, mas podem ocorrer, especialmente em idosos e pessoas com comorbidades.

 

As autoridades de saúde recomendam eliminar focos de água parada, utilizar repelentes e manter caixas d’água bem vedadas como principais formas de prevenção.

 

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O Ministério da Saúde segue monitorando os casos em todo o país e orienta que pessoas com sintomas procurem atendimento médico para diagnóstico e acompanhamento adequado. 

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