Ele afirmou que, mesmo com o alto valor pago pelo ingresso, não recebeu qualquer tipo de assistência após a agressão
“Não comecei. Não provoquei. Fui atacado. Apanhei por nada. Nenhum socorro, nenhum segurança, nenhum amigo. Me vi cercado, apanhando, sem defesa, e depois sendo julgado pelas costas, com mentiras inventadas pelos agressores”, escreveu o médico em uma publicação nas redes sociais.Em entrevista à rádio local Irecê Líder FM, Hebert criticou a falta de suporte por parte da organização do evento.
Ele afirmou que, mesmo com o alto valor pago pelo ingresso, não recebeu qualquer tipo de assistência após a agressão. — Eu não tive a devida assistência. É objetiva a assistência que o camarote tem que oferecer: segurança, atendimento médico. Foi um descaso. Quem paga caro não merece passar por isso — lamentou.
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Ao portal Correio, o médico afirmou que o motivo da agressão teria sido inveja. “Não foi por briga, nem discussão. Foi porque uma menina pegou meu chapéu e esbarrou em um covarde. Um deles já guardava rancor e inveja. Isso bastou para virem para cima de mim com raiva e sede de sangue”, relatou.
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Em nota enviada ao GLOBO, a 1ª Delegacia Territorial de Irecê informou que o caso está sendo investigado como lesão corporal e que testemunhas estão sendo ouvidas para esclarecer os fatos. Até o momento, os agressores não foram identificados, e a organização do evento não se pronunciou oficialmente.
Fonte: O Globo