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Médico é preso com a mãe por suspeita de matar a esposa em São Paulo
Foto: Reprodução

Vítima foi encontrada morta com sinais de envenenamento; polícia investiga premeditação e suposta participação da sogra no crime

O médico Luiz Antonio Garnica, de 38 anos, foi preso na noite de segunda-feira, em Ribeirão Preto (SP), suspeito de assassinar a própria esposa, Larissa Rodrigues, de 26, com uma substância tóxica. A mãe dele, Elizabete Arrabaça, de 56 anos, também foi detida sob suspeita de envolvimento no crime. A Polícia Civil investiga se o caso foi premeditado.

 

A vítima, segundo o g1, morreu no dia 17 de março após dar entrada em um hospital particular com sintomas de intoxicação. De acordo com a polícia, exames toxicológicos revelaram a presença de uma substância letal no organismo da jovem. O nome do médico e dos demais envolvidos não foi divulgado oficialmente até o momento.

 

A investigação aponta que a motivação do crime ainda é apurada, mas há indícios de que o médico e a mãe tenham atuado juntos para envenenar Luana. A hipótese principal é de feminicídio. O caso foi tratado inicialmente como morte suspeita, mas as diligências e os laudos periciais reforçaram a possibilidade de homicídio.

 

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De acordo com uma prima de Larissa, o médico, identificado como Garnica, mantinha um relacionamento extraconjugal, que teria sido descoberto pela esposa pouco antes de sua morte.

 

Segundo a Polícia Civil, a mulher com quem ele se relacionava não foi presa, mas é alvo da investigação. Os celulares dela foi apreendido em mandado de busca e apreensão. Em depoimento, a amante confirmou o relacionamento e afirmou que esteve com Garnica na noite anterior à morte de Larissa.

 

Luana era natural de Minas Gerais e havia se mudado para Ribeirão Preto para viver com o companheiro. O casal estava junto havia cerca de dois anos. Familiares da vítima relataram que ela se queixava de problemas no relacionamento, mas não havia registros formais de violência doméstica.

 

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A Justiça decretou a prisão temporária do médico e da mãe dele por 30 dias, prorrogáveis. Ambos permanecem à disposição no sistema prisional de São Paulo. O caso segue sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher de Ribeirão Preto, com apoio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

 

Fonte: Extra

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