David Diffine minimizou o ato: Não envergonhamos, sexualizamos, tememos ou estigmatizamos negativamente o corpo nu
Um médico classificado como "tarado" por colegas teve e licença para exercer a medicina revogada após uma série de incidentes envolvendo nudez e atos sexuais diante de pacientes e funcionários.
O caso que levou David Diffine a ser investigado ocorreu em outubro do ano passado. Imagens de câmeras de segurança mostraram o médico circulando por seu consultório completamente nu durante o horário de trabalho e praticando um ato sexual obsceno na frente de três funcionárias de um hospital no Arkansas (EUA).
Após entrevistas com outros médicos e funcionários do hospital, o Conselho de Medicina decidiu cassar a licença de David por cinco anos. Ele foi condenado por violar a Lei de Práticas Médicas.
Veja também

Mulher é presa na Flórida após abandonar o filho e os cachorros dentro de uma casa podre
"O comportamento perverso leva a preocupações sobre transtorno sexual compulsivo ou parafilia, que podem, de fato, ultrapassar os limites da prestação de cuidados médicos. Simplesmente, a interação com a equipe do consultório sugere um envolvimento com sua prática médica. Dadas essas preocupações adicionais, eu recomendaria que ele passasse por uma avaliação profissional mais formal para garantir a segurança na prática", disse Bradley Diner, da Fundação Médica do Arkansas, de acordo com o "NY Post".
.jpg)
Médico teve a licença cassada nos EUA após ficar nu diante de
três funcionárias (Foto: Reprodução/Arkansas Medical Board)
No episódio de outubro, David entrou nu nos quartos de pacientes antes de se dirigir à recepção, onde decidiu se alongar antes de realizar "um ato sexual" na frente das três mulheres que trabalhavam lá. Ele ejaculou em cima de uma delas.
O(a) denunciante afirmou que David usava "a posição de poder, aliciamento sexual e aumentos salariais para aliciar funcionários e pacientes a atos sexuais repulsivos".
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Ao ser ouvido pelo conselho, o médico minimizou o incidente: "Não envergonhamos, sexualizamos, tememos ou estigmatizamos negativamente o corpo nu".
Fonte: Extra