O melasma retorna porque as células produtoras de pigmento continuam sensíveis a estímulos, exigindo controle diário e protocolos médicos
O melasma pode reaparecer mesmo depois de um tratamento bem-sucedido porque a pele mantém uma espécie de “memória” das agressões sofridas ao longo do tempo. A condição, caracterizada pelo surgimento de manchas escuras, costuma exigir cuidados contínuos mesmo após a melhora.
A exposição ao sol é um dos principais fatores associados ao retorno do melasma. A radiação ultravioleta pode estimular novamente a produção de melanina e fazer com que as manchas reapareçam ou fiquem mais intensas.
Além da luz solar, outras fontes de luz e o calor também podem contribuir para a piora do quadro. Por isso, especialistas destacam que o controle do melasma não deve terminar quando as manchas desaparecem.
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O uso diário de protetor solar, de preferência com proteção contra diferentes tipos de radiação e pigmentos que ajudam a bloquear a luz visível, é uma das principais medidas de prevenção. O produto deve ser reaplicado conforme a exposição e a rotina de cada pessoa.
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Como o melasma pode ter diferentes causas e graus de intensidade, o tratamento deve ser individualizado. A avaliação de um dermatologista é importante para definir os produtos e procedimentos mais adequados e reduzir o risco de novas crises.