Famosas como Claudia Raia, Adriane Galisteu e Naomi Watts expõem os efeitos da menopausa, mas a queda de colágeno segue como vilão silencioso
Por muito tempo, a menopausa foi tratada como um fim. O fim da fertilidade, da juventude, da beleza. Mas essa narrativa tem mudado, principalmente quando mulheres famosas usam sua visibilidade para falar abertamente sobre o que vivem após os 45.
É o caso de Claudia Raia, que aos 58 anos compartilhou os efeitos intensos da menopausa, como insônia, alterações de humor e a mudança na qualidade da pele. “A gente sente o corpo mudando. É uma fase de muita escuta e cuidado consigo mesma”, disse a atriz ao GLOBO, que também revelou recentemente o uso de fios de colágeno para combater a flacidez do rosto.
Outra voz importante nessa virada é a da atriz Naomi Watts, de 56 anos, que entrou na perimenopausa aos 36 e hoje lidera campanhas que desconstroem a ideia de invisibilidade feminina depois dos 50. “Não somos menos mulheres, estamos só mudando de fase”, declarou à Vogue Brasil.
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No Brasil, Adriane Galisteu, de 51 anos, também falou sobre os “calorões”, a oscilação de humor e a importância de se manter bem-informada. “O mais difícil é não saber o que está acontecendo com o seu corpo. Informação é poder”, afirmou a apresentadora nas redes sociais.
Se sintomas como insônia, ondas de calor e alterações emocionais são os mais comentados publicamente, há um aspecto silencioso do climatério que impacta diretamente na autoestima: a queda brusca na produção de colágeno.
Considerado um dos principais vilões dessa fase, o colágeno começa a ser perdido de forma acelerada após a última menstruação, chegando a até 30% nos primeiros cinco anos, segundo estudos. Isso provoca flacidez, ressecamento, rugas mais profundas e perda de viço. É uma transformação que vai além da aparência e mexe com a relação que muitas mulheres têm com o espelho.
Com esse cenário, cresce o interesse por tratamentos que respeitam a individualidade e promovem resultados naturais. Um exemplo é o Harmonize Gold, protocolo de bioestimulação que atua justamente no estímulo gradual da produção de colágeno, sem alterar a expressão facial.
“Harmonize Gold é uma opção para reativar o colágeno de forma gradual e discreta. Ele não preenche artificialmente, mas estimula a própria capacidade regenerativa da pele”, explica a dermatologista, Gina Matzenbacher.
Sua fórmula com microesferas de hidroxiapatita de cálcio em gel, aplicada com técnica delicada, favorece hidratação, firmeza e viço ao longo das semanas. Além do rosto, também pode ser usado em regiões como pescoço, colo e mãos, áreas que costumam apresentar sinais da perda de colágeno com mais evidência.
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Mais do que um recurso estético, a busca por equilíbrio hormonal e saúde da pele revela um desejo legítimo de viver essa fase com autenticidade e confiança. Menopausa não é fim. É recomeço, e pode, sim, ser vivida com brilho, ciência e liberdade.
Fonte: O Globo