Veja prints de Geraldo Neto a outra subordinada enquanto era casado com a soldado Gisele Alves, que depois foi morta em SP. Corregedoria apura denúncia de perseguição a soldado
Mensagens extraídas do celular de um tenente-coronel da Polícia Militar, já preso sob suspeita de feminicídio, revelam que ele teria mantido por cerca de oito meses um padrão de assédio sexual e insistência contra outra policial militar.
De acordo com o conteúdo analisado pela investigação, o oficial enviava mensagens com teor sexual e de insistência, mesmo diante de negativas da vítima, que também é integrante da corporação. Em parte das conversas, ele afirma querer manter um relacionamento, ignorando resistências e limites impostos pela colega.
O material foi incluído no inquérito que já apura o caso principal envolvendo a morte da policial militar Gisele Alves, que teria sido vítima de feminicídio. A investigação aponta ainda que o comportamento do oficial com outras mulheres da corporação pode reforçar o contexto de violência psicológica e abuso de poder dentro do ambiente militar.
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Segundo os investigadores, as mensagens mostram um padrão de conduta reiterado, com abordagens insistentes e tentativas de aproximação mesmo após recusas claras.
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O tenente-coronel Geraldo Neto usou outro celular para enviar
mensagens à soldado Rariane Genoroso (Fotos: Reprodução)
O caso segue sob análise da Polícia Civil e do Ministério Público, que avaliam a extensão das condutas atribuídas ao tenente-coronel e possíveis novos desdobramentos no processo. As autoridades também apuram se houve uso de hierarquia ou influência funcional para constranger a vítima durante o período das mensagens.
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O oficial permanece preso enquanto o caso principal de feminicídio e as demais acusações são analisadas pela Justiça.