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Mesmo preso por feminicídio, oficial da Polícia Militar passa para a reserva e receberá pela Previdência
Foto: Reprodução

De acordo com informações divulgadas, a alteração já deverá ser refletida na folha de pagamento referente ao mês de junho

A Polícia Militar de São Paulo publicou nesta quarta-feira (11) o decreto que oficializa a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que está preso e responde como réu pela morte da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana.

 

O ato foi assinado pelo diretor de Inatividade e Pensão Militar, coronel Antonio Thomazelli Júnior, e formaliza a passagem do oficial para a inatividade. Com a mudança, a remuneração do tenente-coronel deixa de ser paga pela Polícia Militar e passa a ser administrada pela São Paulo Previdência (SPPrev), órgão responsável pela gestão previdenciária dos servidores estaduais.

 

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De acordo com informações divulgadas, a alteração já deverá ser refletida na folha de pagamento referente ao mês de junho. A partir deste período, os proventos do militar aposentado serão depositados pela SPPrev.

 

Geraldo Leite Rosa Neto é réu em um processo que apura a morte de sua esposa, Gisele Alves Santana, também integrante da Polícia Militar de São Paulo. O caso teve grande repercussão e segue em tramitação na Justiça.

 

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A publicação do decreto trata exclusivamente da situação funcional e previdenciária do oficial, não interferindo no andamento do processo criminal ao qual ele responde.
 

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