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México limita importação de carne bovina e suína com taxa zero, e Brasil deve ser impactado
Foto: Reprodução

Foram criadas cotas com isenção do imposto e o que exceder terá taxa

O governo do México publicou na segunda-feira (5) duas resoluções que limitam a quantidade de importação de carnes bovina e suína sem imposto. Até então, empresas mexicanas tinham direito a tarifa zero para compra desses alimentos do exterior independente de quantidade.

 

Agora, foram estabelecidas cotas, e os volumes que excederem esses limites vão passar a pagar taxa, o que deve impactar as exportações de países que vendem carne para o México, como o Brasil.O governo do México publicou na segunda-feira (5) duas resoluções que limitam a quantidade de importação de carnes bovina e suína sem imposto.

 

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Até então, empresas mexicanas tinham direito a tarifa zero para compra desses alimentos do exterior independente de quantidade. Agora, foram estabelecidas cotas, e os volumes que excederem esses limites vão passar a pagar taxa, o que deve impactar as exportações de países que vendem carne para o México, como o Brasil.Com a mudança, os mexicanos vão poder importar 70 mil toneladas de carne bovina sem pagar tarifa, mas o que exceder esse volume será taxado em 20%.

 

Veja os maiores compradores da carne bovina brasileira em 2025 — Foto: Kayan Albertin/g1

Foto: Reprodução

 

No caso da carne suína, a cota livre de imposto será de 51 mil toneladas, enquanto o excedente pagará uma taxa de 16%. A medida valerá até 31 dezembro deste ano. A cota é voltada para os países de fora da América do Norte e com os quais o México ainda não tem acordo de comércio, esclareceu a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

 

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"A cota basicamente deverá ser utilizada por Brasil, Chile e União Europeia", complementou a entidade, que representa os produtores de carne suína. Já a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), do setor de bovinos, disse que está aguardando orientações do governo mexicano sobre como vai ser feita a distribuição das cotas.

 

Fonte: G1

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