O aumento do teto de renda e do valor dos imóveis facilita a compra de unidades maiores ou melhor localizadas, a juros mais baixos que os do mercado. Especialistas afirmam que, antes dessa atualização, os limites não acompanhavam a alta dos preços.
O governo federal estuda mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) que podem ampliar o alcance da política habitacional e permitir a entrada de famílias da chamada classe média em novas faixas de financiamento.
A proposta em discussão prevê ajustes nos limites de renda e nas condições de financiamento, com o objetivo de atender famílias que hoje ficam fora dos subsídios tradicionais do programa, mas ainda enfrentam dificuldades para comprar a casa própria no mercado imobiliário.
O programa, criado em 2009 e relançado em 2023, já atende principalmente famílias de baixa renda, com diferentes faixas de subsídio e juros reduzidos. Agora, a ampliação buscaria equilibrar a política habitacional com a demanda crescente de famílias com renda intermediária, que não se enquadram nos critérios atuais.
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Segundo o governo, a ideia é reforçar o setor da construção civil e ampliar o acesso ao crédito habitacional, sem abandonar o foco principal em famílias de menor renda.
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A proposta ainda depende de definições orçamentárias e ajustes nas regras do programa para ser implementada oficialmente.