A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, anunciou que o chamado “barco voador” — projeto inovador financiado pelo governo federal — poderá começar a operar em comunidades do Amazonas já no próximo ano. A iniciativa é vista como uma alternativa tecnológica para enfrentar os desafios de mobilidade na região amazônica, marcada por grandes distâncias e forte dependência do transporte fluvial.
Segundo a ministra, o projeto já avançou para a fase de estudos de viabilidade e conta com um protótipo em desenvolvimento. A expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) é que, superadas as etapas técnicas e operacionais, a tecnologia possa ser colocada em prática, beneficiando diretamente populações ribeirinhas.
“Está sendo feito um estudo de viabilidade e já tem um protótipo. Nós acreditamos que, no próximo ano, ele esteja em ação nas comunidades do Amazonas”, afirmou Luciana Santos durante a 6ª reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, realizada em Brasília.
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O “barco voador” integra um conjunto de projetos estratégicos apoiados pelo MCTI voltados à inovação aplicada às realidades regionais. A proposta é desenvolver soluções que unam tecnologia, sustentabilidade e inclusão social, respeitando as características ambientais da Amazônia e ampliando o acesso a serviços essenciais.
Para especialistas, a iniciativa pode representar um avanço importante na logística regional, com potencial para reduzir o tempo de deslocamento entre comunidades isoladas, além de facilitar o transporte de pessoas, insumos e atendimentos emergenciais. Caso entre em operação conforme o previsto, o projeto poderá se tornar referência nacional em inovação voltada para territórios de difícil acesso.
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O governo federal aposta que o investimento em ciência e tecnologia será decisivo para promover desenvolvimento regional e melhorar a qualidade de vida das populações amazônicas, aliando conhecimento científico às demandas concretas da região.