A denúncia expõe que os 6 homens agiram de forma coordenada e contaram com a ajuda de dois adolescentes para cercar e espancar a capivara
O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou seis homens acusados de cometer um ato de extrema violência contra uma capivara, em um caso que gerou forte indignação. O crime ocorreu na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, e envolve acusações como maus-tratos, caça ilegal, corrupção de menores e associação criminosa.
De acordo com a denúncia, o grupo cercou o animal durante a madrugada e iniciou uma sequência de agressões com pedras e pedaços de madeira, alguns com pregos. A ação foi registrada por câmeras de segurança e revelou um nível elevado de crueldade, já que os suspeitos teriam filmado o ataque enquanto zombavam da situação.
A capivara sofreu ferimentos graves, incluindo traumatismo craniano e lesões oculares severas, e precisou ser resgatada para atendimento veterinário. O estado do animal evidenciou a violência do ataque, que mobilizou autoridades e entidades de proteção animal.
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As investigações também apontam que dois adolescentes participaram da ação, o que agravou ainda mais o caso. Segundo o Ministério Público, os envolvidos agiram de forma coordenada e consciente, o que reforça a gravidade das acusações.
Além das possíveis penas criminais, os acusados podem ser obrigados a pagar uma indenização superior a R$ 44 mil por danos ambientais e morais coletivos. O valor deve ser destinado a fundos de proteção ambiental e ao tratamento do animal ferido.
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O episódio reacendeu o debate sobre a violência contra animais silvestres no Brasil, destacando a importância da fiscalização e da punição rigorosa para coibir práticas consideradas criminosas e cruéis.