O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento do inquérito que investigava a morte do cão Orelha, após concluir que o animal não morreu em decorrência de agressões.
Segundo a apuração, laudos periciais e análises técnicas indicaram que não há evidências de maus-tratos praticados por adolescentes citados no caso. A investigação também apontou que não foi possível confirmar a presença do animal no local e no horário em que a suposta agressão teria ocorrido.
Com a revisão das imagens e registros, o órgão identificou inconsistências na linha do tempo inicialmente usada pela investigação policial. A diferença entre horários de câmeras teria influenciado a interpretação dos fatos.
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Além disso, exames veterinários realizados após a morte do animal indicaram que Orelha apresentava uma doença grave preexistente, com sinais de infecção óssea avançada, o que teria sido determinante para o agravamento do quadro clínico.
Diante do conjunto de provas, o Ministério Público concluiu que não há elementos suficientes para sustentar a acusação de agressão e encaminhou pedido de arquivamento do caso à Justiça.
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O caso havia ganhado grande repercussão em Santa Catarina no início do ano e mobilizado investigações policiais e manifestações de moradores da região.