Ataques no sul do país provocam destruição, mobilizam forças de emergência e elevam tensão no Oriente Médio.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado (21/3) que o país seguirá reagindo com firmeza após uma série de ataques com mísseis atribuídos ao Irã atingir cidades no sul de Israel. As explosões deixaram mais de 120 pessoas feridas e foram classificadas pelo premiê como “uma noite muito difícil”.
Os ataques atingiram principalmente as cidades de Arad e Dimona, provocando destruição e mobilizando equipes de resgate. Em pronunciamento, Netanyahu destacou que o governo está empenhado em dar suporte total às vítimas e reforçar a atuação das forças de emergência. Ele também pediu à população que siga as orientações de segurança emitidas pelas autoridades.
Em Dimona, uma das áreas atingidas abriga uma instalação nuclear estratégica, o que aumentou ainda mais a preocupação. Segundo informações das equipes de socorro, ao menos 39 pessoas ficaram feridas na cidade, a maioria atingida por estilhaços. O impacto destruiu estruturas e provocou incêndios em diferentes pontos, exigindo atuação intensa do corpo de bombeiros e de equipes médicas.
Veja também

Premiê australiano é alvo de protestos em mesquita e deixa local sob escolta. VEJA VÍDEO
Guerra no Oriente Médio já gera bilhões em prejuízos a bases dos EUA após ofensiva iraniana
Já em Arad, o número de feridos chegou a 71. Entre as vítimas, há pessoas em estado grave, além de dezenas com ferimentos moderados e leves. Sirenes de alerta foram acionadas antes das explosões, indicando a chegada dos mísseis e permitindo que parte da população buscasse abrigo.
De acordo com as Forças de Defesa de Israel, os sistemas de defesa aérea foram ativados, mas não conseguiram interceptar todos os projéteis. O porta-voz militar informou que o episódio será investigado para identificar falhas e evitar novas ocorrências.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O ataque aumenta ainda mais a tensão na região e reforça o clima de instabilidade no Oriente Médio, com autoridades israelenses sinalizando que novas respostas militares podem ocorrer nos próximos dias.