Modo de impulso de vibradores, criado para simular a penetração, divide opiniões entre mulheres por ser considerado mecânico e pouco natural
Alguns vibradores que possuem uma função de impulso, criada para simular movimentos de penetração, estão dividindo opiniões entre mulheres. O recurso faz com que o aparelho se movimente para dentro e para fora, mas relatos publicados nas redes sociais apontam que a experiência nem sempre corresponde às expectativas.
Entre as principais críticas estão a sensação de que o movimento é mecânico, agressivo ou pouco natural. Algumas usuárias afirmam que preferem modelos com vibração tradicional ou com menos funções, em vez de aparelhos que tentam reproduzir de maneira automática os movimentos associados à penetração.
A discussão também levantou questionamentos sobre o desenvolvimento dos brinquedos sexuais e sobre como as diferentes anatomias e preferências são consideradas na criação desses produtos. A sexóloga e terapeuta Ness Cooper afirmou que não existe um dispositivo capaz de atender universalmente às necessidades de todas as mulheres.
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Segundo a especialista, algumas empresas ainda deixam de testar adequadamente os produtos com o público antes de colocá-los no mercado. Para ela, a quantidade excessiva de funções também pode acabar atrapalhando a experiência, já que a usuária precisa alternar entre diferentes configurações para encontrar uma que seja confortável e prazerosa.
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O primeiro vibrador, por sua vez, tem uma história bem diferente da finalidade atual. O aparelho conhecido como “percurter” foi criado pelo médico britânico Joseph Mortimer Granville, na década de 1880, originalmente para o tratamento de dores musculares. Atualmente, existem diversos modelos e formatos, e a escolha depende das preferências e necessidades de cada pessoa.