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Modo férias ativado! Saiba se desligar do trabalho e voltar renovado
Foto: Reprodução

Psicóloga explica por que se desligar do trabalho nas férias é essencial para a saúde mental e como prolongar os benefícios do descanso

Com a proximidade do recesso, cresce o desafio de realmente descansar. Especialistas alertam que a hiperconectividade — além da culpa por estar fora do escritório — pode sabotar o período de férias e comprometer o bem-estar e a produtividade no retorno.

 

Aquela checagem rápida de e-mails, a espiada no grupo de trabalho ou a “última olhada” no sistema mantêm o cérebro em estado de alerta. O problema é que não se desligar por completo anula o efeito regenerativo do descanso.

 

Segundo a especialista, muitos profissionais chegam às férias já exaustos, e levam a exaustão na bagagem. A mente segue monitorando crises imaginárias, o que impede a recuperação real. Estudos em psicologia organizacional mostram que o descanso efetivo vai além da pausa física: ele permite que o cérebro se recupere do estresse crônico, fortaleça a regulação emocional e retome a capacidade de concentração e tomada de decisão.

 

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Pesquisas recentes indicam que os efeitos positivos das férias podem durar em média até seis semanas após o retorno, especialmente quando o profissional consegue se desligar de fato das demandas do trabalho.Um dos principais obstáculos é a cultura da indispensabilidade. A crença de que “o trabalho vai parar sem mim” ou que “só eu sei fazer” é, segundo Renata, uma armadilha.

 

Para maximizar os benefícios do descanso, especialistas recomendam reduzir o tempo de tela e investir em experiências que estimulem a presença no aqui e agora. Atividades como caminhar ao ar livre, cozinhar, ler um livro físico ou conhecer lugares novos ajudam o cérebro a sair do modo automático e favorecem estados de relaxamento e atenção plena.

 

Outro ponto-chave é o movimento. Pesquisas mostram que atividades físicas leves ou moderadas — como trilhas, natação, passeios de bicicleta ou longas caminhadas — estão fortemente associadas à melhora do humor e da sensação de bem-estar durante as férias. O contato social também conta: compartilhar experiências com pessoas que trazem energia positiva fortalece vínculos e amplia a sensação de apoio emocional.

 

O retorno ao trabalho também exige cuidado. Especialistas alertam que marcar reuniões estratégicas logo no primeiro dia pode comprometer o efeito restaurador das férias. O ideal é planejar uma volta gradual, reservando as primeiras horas para organizar a caixa de entrada, se atualizar sobre os acontecimentos e retomar o ritmo com calma.

 

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Evitar decisões complexas nesse período e não tentar compensar os dias de descanso com jornadas extenuantes ajuda a prolongar o chamado “efeito pós-férias”, período em que o profissional se sente mais motivado, focado e emocionalmente equilibrado.

 

Fonte: Metrópoles

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