A frase foi registrada em reportagem do Poder360, que reproduziu trechos do encontro fechado realizado no mesmo dia em que o STF decidiu retirar Dias Toffoli da relatoria do processo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em uma sessão reservada da Corte que a Polícia Federal (PF) teve indícios de que o Banco Master buscou ajuda de uma empresa de segurança cibernética com ligações ao Mossad, serviço secreto de inteligência de Israel, para descriptografar conversas armazenadas em aparelhos apreendidos na investigação.
Segundo relatos, a empresa mencionada nos relatórios da PF é a Black Wall Global, uma agência de inteligência digital e cibersegurança formada por especialistas de unidades de elite.
Durante a reunião entre ministros no STF, Cristiano Zanin comentou sobre a referência à empresa no material periciado, e foi nesse contexto que Moraes teria dito: “Eu conheço. Isso aí é o pessoal do Mossad.”
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A investigação integra a Operação Compliance Zero, que apura supostas irregularidades financeiras do banco e o uso de tecnologia avançada no acesso a dados sigilosos.
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A presença dessa possível tecnologia externa no caso levanta questões sobre o uso de ferramentas sofisticadas para obtenção de informações em celulares com senha e conteúdo na nuvem como o do empresário Daniel Vorcaro, um dos investigados.