O empresário Oscar Maroni morreu na manhã desta quarta-feira (31), em São Paulo. Proprietário da casa noturna Bahamas Hotel Club, se consagrou como um ícone da noite paulistana. A longa carreira foi de atuação no setor de entretenimento e eventos.
A notícia foi divulgada na página oficial de seu principal estabelecimento, numa homenagem em que descreve Maroni como "provocador por essência e defensor da liberdade de expressão", o que o teria tornado um personagem emblemático.
"Ícone incontestável da noite paulistana, Oscar marcou gerações ao transformar a cena noturna de São Paulo", diz trecho da homenagem publicada no perfil oficial da casa.
Veja também

Que horas é a Mega da Virada? Sorteio será mais tarde este ano; confira
KFC afirma que funcionário que assediou cliente foi demitido
"Ao longo de décadas, seu nome esteve diretamente associado à ousadia, à inovação e à criação de espaços que atravessaram diferentes épocas, acompanhando, e muitas vezes antecipando transformações sociais e culturais da capital paulista", destaca o texto. O velório será restrito a familiares e amigos próximos e, até o momento, não há informações sobre sua realização.
A causa da morte não foi revelada. O empresário havia sido diagnosticado com Alzheimer e no último ano estava internado em uma casa de repouso na capital paulista, segundo a Folha de S. Paulo. Ele deixa quatro filhos.
Em 2023, em entrevista ao GLOBO, Maroni falou sobre o funcionamento do Bahamas, casa fundada em 2005 em Moema, na Zona Sul de São Paulo. Autodenominado o “magnata do sexo”, o empresário foi preso quatro vezes sob acusações de explorar a prostituição de mulheres.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Na entrevista, ele não negou que o sexo pago seja o grande atrativo do Bahamas, mas disse que o dinheiro que ganhava vinha do aluguel das suítes, do valor cobrado para entrada e do consumo no restaurante. À época ele já passava, aos poucos, a administração da casa para um dos filhos.
Fonte: O Globo