Pensilvânia registra quatro mortes associadas à doença, enquanto São Paulo chega a 36 casos de sarampo confirmados em 2026
O avanço do sarampo voltou a chamar a atenção das autoridades de saúde nos Estados Unidos e no Brasil. Na Pensilvânia, quatro mortes foram associadas à doença em 2026, enquanto São Paulo confirmou quatro novos casos nesta terça-feira (15), elevando para 36 o número de registros no estado neste ano.
A Pensilvânia enfrenta o maior surto de sarampo em mais de três décadas. Duas das mortes mais recentes ocorreram nos condados de Jefferson e Mifflin, enquanto outras duas haviam sido registradas em Lancaster, em agosto. O estado já contabiliza 693 casos confirmados em 38 condados.
Nos Estados Unidos, o cenário também preocupa em outras regiões. Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) apontavam 3.294 casos confirmados de sarampo no país até 10 de setembro. A doença é altamente contagiosa e pode provocar complicações graves, como pneumonia e encefalite.
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No Brasil, dos 36 casos confirmados em São Paulo, 32 foram registrados na capital, dois em São Bernardo do Campo, um em Guarulhos e outro em Santo André. Além disso, o Ministério da Saúde confirmou três casos importados em Tabatinga, no Amazonas, em pessoas procedentes do Peru e sem histórico de vacinação. Apesar dos registros, o país segue sem transmissão sustentada do vírus.
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A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra o sarampo. A tríplice viral é oferecida gratuitamente pelo SUS e protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Diante da circulação do vírus nas Américas, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter a caderneta atualizada e ampliar a vigilância para evitar a reintrodução da doença no país.