Segunda operação cumpriu mandados de busca e apreensão em residências dos nove envolvidos na agressão ao agente federal
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em mais uma etapa da investigação que apura a agressão física contra um policial federal, ocorrida no dia 18 de janeiro deste ano, na Zona Centro-Sul de Manaus.
Durante a operação "Ùltima marcha" a Polícia Federal com constituiu novas provas do crime, resultando nas apreensões materiais, aparelhos celulares com imagens do espancamento e as motocicletas dos acusados também foram apreendidas.
No dia da agressão, o policial federal aparece em seu carro, tentando escapar da perseguição de vários indivíduos em uma avenida, mas é interceptado, atropelado e agredido de forma covarde e violenta.
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O policial federal não estava armado, ficou bastante lesionado, porque foi atacado com chutes e socos, não estava armado, e dentro do inquérito que está em andamento, consta o exame de corpo de delito que confirma a gravidade dos ferimentos e hematomas.

Noite em que aconteceu a perseguição e espancamento do policial
federal na Zona Centro-Sul de Manaus (Foto: Divulgação)
De acordo com informações, no total foram indiciados nove participantes da agressão, entre empresários, funcionários públicos e inclusive, dois deles são filhos de desembargador e de um juiz de Direito.
Imagens de vídeo gravadas por uma câmera de segurança instalada naquela área, mostram com clareza o momento da agressão e se constituem como principal prova do crime e que ajudaram a identificar os envolvidos.

Perseguição ao policial federal aconteceu
na madrugada do dia 18 de janeiro deste
ano (Fotos: Divulgação)
A investigação continua, esta foi a segunda operação que apura os fatos e de acordo com informação da PF no Amazonas, os acusados podem responder por tentativa de homicídio e associação criminosa.
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Também existe a acusação de roubo majorado, tendo em vista que após o espancamento, os agressores fugiram levando a carteira porta-cédulas com a identificação funcional do agente federal.
O inquérito será enviado ao Ministério Público e à Justiça do Amazonas.
VEJA VÍDEO: