Após ter sido arrastada por um carro na Marginal Tietê, Tainara Souza passou por procedimentos cirúrgicos em um hospital na zona norte de SP
Tainara Souza Santos, que foi atropelada e arrastada na Marginal Tietê, Zona Norte de São Paulo, no sábado (29/11), foi transferida para o Hospital das Clínicas, na região central da capital. Até então, ela estava internada no Hospital Municipal Vereador José Storopolli, onde amputou as duas pernas, passou por uma cirurgia para colocar pinos no quadril e por uma colostomia. Nessa quinta-feira (4/12), a irmã da vítima informou, nas redes sociais, que Tainara “impactou os médicos com a reação” após a diminuição na sedação.
Segundo Tatiana, irmã de Tainara, após a equipe médica amenizar a sedação, a mulher chegou a responder a um estímulo da mãe. “Minha mãe disse ‘se você estiver me escutando aperta minha mão’ e minha irmã apertou a mão dela”. A vítima ainda respira com ajuda dos aparelhos, mas o quadro é considerado estável. Ela continua entubada, pela gravidade do caso.
Tainara deve ter sido transferida para realizar o enxerto de pele. De acordo com as últimas atualizações, ainda não há data marcada para o procedimento. Tainara Souza Santos precisou ter as duas pernas amputadas após ser arrastada por cerca de 1 quilômetro na Marginal por Douglas Alves da Silva, o ex-companheiro.
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Câmeras de segurança flagraram o momento em que Tainara é atropelada e arrastada pelo ex, Douglas Silva. Nas imagens, é possível ver que ela andava a pé com outro rapaz quando é atingida por um carro preto. Tainara segue internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo os advogados da família da vítima, ela não corre risco de morrer.

Foto: Reprodução
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Ao Metrópoles a amiga de infância da vítima, Letícia Dias, explicou que ela perdeu um dos pés já no momento em foi arrastada pelo veículo. “O médico tentou recuperar o [pé] que estava dilacerado, só que não deu. Infelizmente, teve que tirar as duas pernas”, lamentou. Ela explicou que as amputações foram feitas em alturas diferentes nas pernas da vítima.
Fonte: Metrópoles