Mulheres ganham 21,3% menos que homens, mesmo com alta do emprego
A desigualdade salarial entre homens e mulheres continua sendo uma realidade no mercado de trabalho brasileiro, mesmo com avanços recentes na legislação e maior participação feminina nas empresas.
Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho apontam que as mulheres recebem, em média, cerca de 21% a menos que os homens no país. O levantamento considera trabalhadores de empresas com mais de 100 funcionários e revela que a diferença, em vez de diminuir, apresentou ?? recente.
Além da disparidade geral, o estudo mostra que a desigualdade é ainda maior em cargos de maior qualificação e entre profissionais com ensino superior. O recorte racial também evidencia diferenças mais profundas, com mulheres negras ocupando as faixas de menor renda.
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Especialistas apontam que fatores estruturais ajudam a explicar o cenário, como a concentração feminina em setores com salários mais baixos, menor presença em cargos de liderança e a sobrecarga com tarefas domésticas e cuidados familiares.
Mesmo com a criação de leis que determinam igualdade salarial para funções equivalentes, o desafio ainda é garantir a aplicação prática dessas normas e ampliar a transparência nas empresas.

Foto: Reprodução
Segundo estimativas oficiais, a redução da desigualdade salarial pode gerar impactos positivos na economia, com aumento da renda e maior participação feminina no mercado de trabalho.
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O tema segue como um dos principais desafios para a promoção da equidade de gênero no país.