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Nancy Segadilha: A força da inclusão e da representatividade para o Supremo Tribunal Federal
Foto: Divulgação

Tetraplégica desde 2006, após um grave acidente automobilístico, Nancy transformou a dor em propósito

A advogada amazonense Nancy Segadilha, é a primeira mulher advogada tetraplégica a ser Conselheira Federal do CFOAB pelo Amazonas, e preside a Comissão Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CNDPD) do Conselho Federal da OAB, surge como um dos nomes mais emblemáticos para representar uma nova era de pluralidade e legitimidade no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Tetraplégica desde 2006, após um grave acidente automobilístico, Nancy transformou a dor em propósito. Sua trajetória é marcada por resiliência, competência técnica e compromisso inabalável com a efetivação dos direitos humanos e da inclusão. Pós-graduada em Perícia Criminal e Ciência Forense, ela é uma das principais vozes nacionais na defesa da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e do Modelo Social da Deficiência, que entende a deficiência não como uma limitação individual, mas como uma barreira social a ser superada coletivamente.

 

Para Nancy, a presença de uma mulher cadeirante da Região Norte no STF não é apenas simbólica — é um ato de reparação institucional e de fortalecimento democrático.

 

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“O Supremo Tribunal Federal precisa refletir o Brasil real — um país plural, diverso e que não pode deixar ninguém para trás. A minha trajetória é a prova de que a deficiência não limita a capacidade de pensar o Direito, de fazer justiça e de servir à sociedade com excelência. Quero que minha história inspire outras pessoas com deficiência, mulheres e nortistas a acreditarem que também podem ocupar os espaços mais altos do poder”, afirma Nancy Segadilha.

 

A candidatura de Nancy reúne três dimensões de sub-representação histórica — gênero, região e deficiência — oferecendo ao Brasil uma oportunidade inédita de fazer do STF um espelho legítimo da nação. Sua indicação significaria um marco civilizatório: a inclusão elevada à condição de princípio constitucional efetivo.

 

 

“Não se trata apenas de diversidade, mas de qualificação e legitimidade. O STF precisa de olhares que compreendam, de dentro, as realidades invisibilizadas. É hora de o Brasil transformar a inclusão em poder de decisão”, conclui Nancy.

 

SOBRE NANCY SEGADILHA

 

• Presidente da Comissão Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CNDPD) do Conselho Federal da OAB.


• Conselheira Federal da OAB.


• ?Ex-Vice-Presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Amazonas

 

Fotos: Divulgação

 

• Pós-graduada em Perícia Criminal e Ciência Forense.


• Ex-Secretária Executiva da Pessoa com Deficiência do Estado do Amazonas.

 

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• Defensora incansável da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e da efetividade dos direitos fundamentais das pessoas com deficiência. 

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